Top Ten #129 – Equipas Estrangeiras do Mal

Sejam todos bem-vindos a mais uma edição do Top Ten! Enquanto a malta vai torcendo o nariz ao Sheamus Campeão, apercebo-me que, pelo menos, o gajo serve sempre para dar ideias. A anterior edição foi totalmente dedicada a ele e esta semana, a ideia volta a partir dele e de uns amigalhaços.

Esta semana no Raw vimos a oficialização de um grupo que já se vinha a formar há umas boas semanas atrás. Mais completo até. O Irlandês Sheamus junta-se ao Inglês King Barrett, ao Búlgaro Rusev e ao Mexicano Alberto Del Rio para formar uma equipa vilã estrangeira à qual deu o nome de “League of Nations”. Pessoalmente, vejo interesse nisto, dá-lhe(s) alguma coisa. Mas não, não é novo. A velha gimmick do “estrangeiro maléfico” que consegue despertar xenofobia dos fãs com a maior das descontracções já foi muito utilizada e abusada. Tanto em competidores individuais como em equipas. É nas equipas que nos focaremos e olhemos a dez equipas cuja nacionalidade forasteira era o seu principal factor de heat – sim, podia trazer mais qualquer factor mas normalmente era apenas um riacho de estereótipos.

10 – The World Elite

Começamos pela TNA. Como a companhia teve mais stables que audiências para elas, é normal que se encontre disto. E até deve ser um dos casos mais multi-culturais que aqui surgem, em vez de equipas focadas numa certa nacionalidade ou etnia. O grupo era constituído por vários lutadores de várias nacionalidades e os seus princípios não passavam de meramente Anti-Americanos. Não gostavam da cena toda do azul, vermelho e branco, vá. O grupo era liderado pelo Canadiano Eric Young, que se aliava ao Iraniano Sheik Abdul Bashir – o Daivari para quem não se lembrar – que já tinha uma parceria com o Japonês Kiyoshi. Entretanto, o Bashir já tinha adorado a forma como os British Invasion de Doug Williams e Magnus tinham atacado os 3D e recrutou-os para representar a Inglaterra. Também ao Reino Unido, ao País de Gales, foram buscar Rob Terry e na falta de latinos, Homicide juntou-se para acrescentar o seu sangue de Puerto Rico. Para finalizar, o Americano Kevin Nash. Espera, o quê? Só se ele quisesse aproveitar-se do seguro de saúde Canadiano por causa do quadrícepe! De facto, Nash chegou a integrar a equipa, traindo os Main Event Mafia e tornando-se o representante Americano num grupo Anti-USA simplesmente pela ironia. Nem foi mal jogado. Teve a sua duração e, com gajos a virar-se uns contra os outros, encontraram a sua dissolução em inícios de 2010. Algo significativo que saiu daqui, para além dos reinados dos British Invasion como Campeões de Tag Team – da TNA e IWGP – e de Williams como Campeão da X Division, foi a reestruturação do TNA Legends Championship como Global Championship – que passaria pelas mãos de Eric Young e Rob Terry. E o Kevin Nash simplesmente a fazer parte.

9 – La Résistance

Sabem quem é que ninguém curte, mesmo? Aqueles Franceses! Pelo menos os estereótipos negativos ainda se vão mantendo fortes por território Americano. Actualmente, substitui-se por humor mais inofensivo e até os próprios Franceses brincam com os seus próprios estereótipos. Ainda existe alguma hostilidade mas as coisas estão mais calmas e os estereótipos menos levados a sério. Confirmo que conheço malta Francesa que cheira muito bem. Em 2003 ainda podiam irritar malta aparentemente. Assim o fizeram René Duprée e Sylvain Grenier – Franceses-Canadianos mas para o que é, serve – quando estrearam com a gimmick de Franceses arrogantes. Dois não chegavam e ainda tiveram que recrutar Rob Conway. Dois extremos a apontar aqui. Foram dos Heels estrangeiros a ir mais longe no seu Anti-Americanismo: interromperam Lilian Garcia quando esta cantava o hino no “Memorial Day”. O outro extremo é que Americanos podiam insultar toda a nação Francesa, baseando-se naqueles indivíduos, que já era totalmente correcto. Aliás, a sua primeira feud foi com Scott Steiner porque o atacaram depois de ele insultar a França. Foi ele que começou, mas estava certo. Após a desrespeitadora interrupção do hino, foram também eles interrompidos por Stone Cold Steve Austin que lhes deu uma sova. Justifica-se plenamente. Quando ele desata a insultar toda a França outra vez por causa daqueles três, perde a razão. Mas isso já é um método antiguinho. E o que importava aqui é que estes La Résistance até conseguiam estar over e ter sucesso. Já com Conway e Grenier listados como sendo de Quebec e até à sua dissolução em 2005, conseguiram facturar 4 World Tag Team Championships. Também conseguiram o prémio de “Pior Tag Team” de 2003 pela Wrestling Observer Newsletter. Mas não nos foquemos nessa parte porque eles até eram porreirinhos…

8 – League of Nations

Os nossos novos amigos e que ocuparão o main event do nosso conteúdo televisivo ao longo destes próximos meses. Sheamus, o tão aclamado WWE World Heavyweight Champion, ainda era ele Mr. Money in the Bank e tinha conseguido alianças com King Barrett e Rusev. Até funcionavam bem juntos. E a malta descobria-lhes algo em comum: todos Europeus, com representantes da Irlanda, da Inglaterra e da mais longínqua Bulgária. Convencido estava eu de que iam construir esta equipa para deixar Sheamus mais forte para o cash-in. Olha, fizeram o contrário, ganha o título primeiro e então agora é que vão ser elas com os amigalhaços. Acontece que já não há qualquer supremacia Europeia e um quarto elemento foi adicionado ao Monday Night Raw. É ele Alberto Del Rio, vindo directamente do México. Ou de MexAmérica, não sei o que ele prefere. Já o disse e volto a dizê-lo: se me perguntarem a mim, é isto que pode tornar Sheamus e o seu reinado minimamente interessante. E se já afirmei que acreditava que o reinado de Sheamus fosse meramente de transição e que Roman Reigns vencesse já no TLC… Está aqui o factor que me muda as ideias e que me deixa a esperar qualquer resultado. Olha, estão a obrigar-me a ver, como deviam! Sacanas!

7 – The Quebecers

Estes gajos ainda são o máximo para mim. É que podiam ter pegado em qualquer estereótipo Canadiano, mas não, tinham logo de ser os típicos “Mounties”. É que só faltava terem um alce como mascote. Já para não falar no fantástico tema de entrada cantado pelos próprios. Coisas que todos os Canadianos andavam a fazer. Também eles vinham de Quebec e eram uma tag team bem repleta de Heat. No entanto, até à história da aliança com Yokozuna contra o patriota Lex Luger, que encabeçou o Survivor Series de 1993, não tinham muito ódio neles. O heat baseava-se no facto de serem Canadianos e parvos. O que aqui parecia ser abordado como sinónimos. Foram, na verdade, uma extensão da gimmick “The Mountie”, que já Jacques, uma metade dos Quebecers, utilizara no início da década de 90. A tag team tinha muito factor contra si, mas também tinha muito a seu favor e foi a aproveitar isso que conseguiram um bom push e ainda conseguiram arrecadar três reinados como Campeões de Tag Team. Como disse, até lhes achava piada. Mas a cereja no topo do bolo era o manager, um já conhecido amigo nosso, quando ainda usava o fantástico nome e gimmick de… Johnny Polo!

6 – Latino World Order

Ainda assim, não foram vilões por muito tempo porque eram demasiado fáceis de gostar. Basta olhar para o líder. Eddie Guerrero conseguiu esta “gig” a partir de um conflito legítimo com Eric Bischoff, que foi aproveitado para uma história. Como era a WCW em 1998, não podia começar de forma simples e tinha que ser com Eddie a fazer um shoot e a sair. Voltou semanas depois, acompanhado de um regimento de lutadores latinos do plantel. Entre os seus integrantes, contam-se alguns mais conhecidos como Psychosis, Juventud Guerrera, La Parka ou Hector Garza. Chavo Guerrero não integrou por ser estúpido. Nem estou a brincar, foi mesmo a razão para que Eddie não o inserisse, era na altura em que Chavo tinha uma gimmick de doido à la Eric Young em que até andava com um cavalo de pau chamado Pepe a servir-lhe de mascote. Desgraçado, não teve que esperar para ir para a WWE para ter as gimmicks bizarras todas. O grupo teve a sua principal feud com Rey Mysterio, que se recusava a entrar no grupo. Teve que entrar a mal, após perder um combate com Eddie. Um acidente do líder deu um corte inesperado ao grupo e quando voltaram já foi com uma semi-Face Turn, em que os nWo atacaram os seus membros e avisaram para abortar o grupo ou existiriam consequências. Como não eram ainda Faces heróicos, concordaram logo. Ironicamente, foi Rey Mysterio, o que entrou à força, que se impôs e recusou abandonar as suas cores. Levou no pêlo, claro, e a feud deu-se a seguir. Um aproveitamento de lutadores de origem Hispânica sem recorrer a fracos estereótipos. Pena que tenha tido curta duração e pouco impacto. Mas teve influências noutros notáveis e históricos grupos como… os Mexican America da TNA? OK, pronto, talvez esses não…

5 – Team Canada

Para clarificar qualquer confusão, existiram duas. São as duas completamente diferentes e não têm qualquer relação. E estão as duas incluídas nesta só entrada. E sim, eles adoravam implicar com Canadianos.
Começo pela mais recente, vinda da TNA e que começou apenas como uma equipa no torneio Mundial “X-Cup” que recorria a várias equipas internacionais. Vinham originalmente com Teddy Hart a liderar e trazia Petey Williams, Jack Evans – esse mesmo voador que andou recentemente pelo Lucha Underground – e o “Hot Shot” Johnny Devine. Eventualmente ficariam só Williams como líder com Devine e uma dupla de dois jovens que viriam a manter-se na companhia e a marcá-la para sempre: Bobby Roode e Eric Young. Perguntem-lhes o que eles sentem em relação às suas responsabilidades como veteranos e “TNA Originals”. Com o torneio acabado, a equipa manteve-se, com maneirismos Heel – e coisas hilariantes como t-shirts oficiais da “TN-Eh” – a utilizar A-1 como músculo reforço e a aliar-se à stable de Jeff Jarrett. No entanto, o seu percurso ficaria mais notável pelas participações nos torneios. Tentaram recrutar Christian Cage na altura da sua estreia, mas sem sucesso.

E em seguida passo para a Team Canada original, a da WCW, liderada pelo lendário Lance Storm. O seu heat baseva-se meramente na crença da superioridade do Canadá em relação aos Estados Unidos e frequentemente entravam no cómico. Consistia em Lance Storm e nos seus companheiros Jacques Rougeau e Carl Oulette… Sim, o Jacques e o Pierre, os Quebecers! Bret Hart foi membro de honra por uma só noite. Mas o mais surreal é a presença de gente como o subvalorizado e esquecido Elix Skipper e Mike Awesome, Americanos. Mais surreal ainda que isso… Só o Jim Duggan! Mas lá estavam eles. No total, a equipa conseguiu arrecadar sete títulos singulares – cinco passaram pelas mãos de Storm – e duraram até ao fim da WCW, não chegando a um ano de existência. Como já disse, o grupo era muito mais pró-Canadá que anti-Estados Unidos no seu acto para obter heat. E tinham momentos hilariantes como as mudanças de nomes dos títulos, como o óbvio United States Championship para Canadian Heavyweight Championship, o engraçadíssimo “100 Kilos and Under Championship” em vez do Cruiserweight Championship e o mais bizarro “Saskatchewan Hardcore International Title” em vez do mero WCW Hardcore Championship. Porque existe uma outra encarnação bem mais anti-EUA que esta…

4 – The Un-Americans

… Que são estes meninos aqui. Liderados por… Lance Storm, claro. Aqui acompanhava-se de nomes fortes da sua nação como Christian e Test. Estes sim eram muito mais Anti-Americanos e até começaram como um grupo intitulado “The Anti-Americans”. A sua motivação inicial era a luta contra a discriminação perante lutadores Canadianos e um exemplo a que recorriam muito era o Montreal Screwjob. Até se lhes pode dar razão. As suas acções iam aumentando de intensidade e, pela altura, em que já eram referidos como Un-Americans, já tentavam actos mais extremos como tentativas de queimar a bandeira Americana. Mantiveram os ideais anti-Americanos mas expandiram a nacionalidade para incluir William Regal no grupo. Chegaram a ter outro Canadiano em Chris Jericho como aliado mas não membro oficial. Conseguiram deter quatro World Tag Team Championships – um deles com Jericho – e viriam a dissolver-se cerca de três meses após a sua formação. Separaram-se de forma não amigável e apenas a parceria de Christian e Regal ainda sobreviveu por algum bocado após o fim do grupo. Conta-se que, dadas as suas acções, todos os membros do grupo tinham medo do tipo de heat que podiam receber. Quanto a isso, talvez o Sgt. Slaughter gostasse de ter uma conversinha convosco acerca de angles e heats perigosos…

3 – The Von Erichs

Um nome muito familiar e lendário aparece aqui. Não, os Von Erichs todos não se dedicavam a ser vilões estrangeiros, até porque são mais que as mães. Mas se reduzirmos a família aos seus iniciais dias encontramos algo muito peculiar. Temos que recuar muito, aos tempos do patriarca de toda a família, Fritz Von Erich. Vinha acompanhado por um irmão, Waldo Von Erich, que ironicamente, apesar da família numerosa que viria a ser, tratava-se apenas de um falso Von Erich para o espectáculo. Os dois “irmãos” competiram ao longo da década de 50 como uma equipa de Alemães malvados. Até aí podia ser algo mais normal. Mas temos que ter em conta que era a década de 50. Existiam assuntos delicados mais frescos. E foram tornando os Von Erichs progresivamente mais maléficos, ao ponto de se tornarem puramente uma equipa Nazi. Aí sim temos vilões a sério. Traz à baila a questão do estereótipo de cidadãos Alemães como todos simpatizantes do Nazismo, mas há que ver que não devem existir muitas mais maneiras de conseguir sério heat do que interpretar Nazis. E na década de 50!

2 – The Koloffs

Ou pelo outro nome muito mais directo que já faz todo o “spoiler” de qual era o negócio desta gente, “The Russians”. Rusev é para meninos, quando se fala em durões da Europa de Leste. Quem revolucionou isso tudo e que genuinamente causava o medo ao público era Ivan Koloff, que rapidamente ganhou a alcunha de “Russian Bear” quando se estreou na década de 60. Atormentou a WWWF na década de 70 e foi ele a conseguir o enorme feito de acabar o histórico reinado de sete anos de Bruno Sammartino – mesmo que fosse para ter um reinado só de 21 dias, porque isso dos Campeões transitórios era demasiado real, abusado e discriminatório em relação a Heels. Foi na NWA que quis espalhar um pouco do seu terror com a companhia de um falso sobrinho, Nikita Koloff, a quem lhe era atribuída tanta simpatia com a alcunha “Russian Nightmare”. Juntos formavam os Russians, equipa que dominava o topo da cadeia como Heels estrangeiros pró-Soviéticos e Anti-Americanos. Como “Russians” contavam também com a companhia de Krusher Kruschev, que também é bem conhecido como Smash dos Demolition ou como o infame Repo Man. Sim, ele é tão Russo como eu, mas era para personagem só. Equipa dominante que conseguiu múltiplos títulos, medo ao invés de respeito e um legado a seguir por qualquer estrangeiro que queira dizer apenas que a água dos Estados Unidos tem um sabor esquisito para conseguir heat. Até a Lana teria medo destes. O curioso? Não era só ali o Smash que fingia ser Russo. Ivan Koloff é Canadiano e o seu “sobrinho” Nikita é do Minnesota. Mas para passar por alguém tão rijo como um Russo é preciso um Pedigree de respeito, de qualquer forma…

1 – Foreign Legion

Não confundir com La Legión Extranjera, estable Heel da AAA que conta com Jeff Jarrett, Konnan, Sexy Star entre outros. É um grupo com as mesmas implicações mas no México e já toda a gente e a sua sogra passou por lá. Se nunca achariam que podia existir um só grupo por onde já tivessem passado Samoa Joe, Carlito, R-Truth, X-Pac, Christopher Daniels, Abyss, Mickie James ou o Sabu, apenas como exemplos… Pronto, já todos fizeram parte dessa seita. Mas não, não me refiro a esse grupo. Refiro-me a uma tag team histórica que definiu esta brincadeira toda que aqui listo. Quando me falam em Heels estrangeiros e anti-EUA, vêm-me de imediato dois nomes, dois grandes nomes de Hall of Famers à cabeça. E é claro que me refiro a Iron Sheik e Nikolai Volkoff. Já Iron Sheik tinha conseguido fama também com a proeza de Campeão de transição, ao acabar um reinado de também quase sete anos de Bob Backlund para largar o cinto em Hulk Hogan quatro semanas depois, e formou equipa com o Soviético Nikolai Volkoff, a quem chamou de “Foreign Legion”. Impacto imediato ao vencer os títulos de equipas aos U.S. Express na primeira Wrestlemania da história. A acrescentar actos a insultar o povo Americano, o acto-base até era muito simples: os vilões pediam silêncio e respeito para Volkoff cantar o hino nacional Soviético, para serem recebidos com algumas das mais ruidosas vaias que já passaram por alguma arena de wrestling. Melhor só a Eva Marie! Ainda a acrescentar a catchphrase de Iron Sheik de “Iran, number 1. Russia, number 1. USA…” Escarradela para o chão. Míticos. Que viriam todos os estrangeiros malvados seguir-lhes as passadas que estes já deixaram muita da papa feita. Hoje em dia já são ambos respeitados merecidamente. Se ainda não existe adoração pelo Iron Sheik por parte de algum leitor, convido-vos a ver alguma entrevista shoot com ele. Qualquer uma. E pronto, apresento-vos o vosso novo wrestler favorito de todos os tempos.

E foi com esta junção de actos atrozes como ter uma naturalidade diferente e a necessidade de um passaporte e de papelada legal para constar em território da Terra da Liberdade que completei o meu Top Ten. E sim, eram só equipas porque se fosse a incluir lutadores individuais… Então aí é que nunca mais acabava. Até vos obrigava a lembrar quem era o Ludvig Borga! De facto é uma táctica à qual adoram recorrer. Portanto existirão mais, com certeza. Convido-vos a comentar estes aqui presentes e a acrescentar algum outro caso que se recordem. Aproveitem para debater um pouco a ideia de utilizar nacionalidade estrangeira para formar um vilão, se vale a pena por ser eficaz, se puxa xenofobia ou se é simplesmente algo que não resulta da mesma maneira hoje como já resultou noutros dias. Na próxima semana volto para todos vocês, quer sejam Portugueses, Brasileiros, dos vários PALOPs Africanos, imigrantes já familiarizados ou em aprendizagem da língua Portuguesa… Adoro-vos a todos! E quero que me recebam na próxima edição de bom grado, apesar de ser um Português nascido na América Latina. São coisas. Até à próxima, fiquem bem e aproveitem esta fase final para se portarem bem, que o Natal já está quase aí!

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

12 Comentários

  1. Alan Perez - há 12 meses

    LOL, e a Bullet Club?

    • Chris JRM - há 12 meses

      São como os Legión Extranjera. São isto mas lá fora, são os Americanos – e outros, especialmente um Irlandês a invadir! Segui o conceito dos estrangeiros em solo Americano – WWE e afins – que é o mais batido e que parece ser um problema muito maior para algum do povo de lá do que qualquer outro sítio.

  2. RFBM - há 12 meses

    Bom artigo.

  3. Miakuda - há 12 meses

    Sem Hart Foundation 1997?

    SEM RESPEITO!

    • Chris JRM - há 12 meses

      Dou razão. Foram bem notáveis, tinham os ideais e duraram uns bons 9 meses. Ainda ganharam todos os títulos que existiam. Falhou porque já estou a ver que filtro demais as coisas boas que Bret Hart fez como Heel!

  4. Eugen3 - há 12 meses

    Não sei se poderiam ser incluídos neste artigo, mas e os Mexicools?
    Velhos tempos em que um gajo acreditava que também podia voar.

    • danielLP21 - há 12 meses

      Os Mexicools só foram heels durante umas semanas.

      • Eugen3 - há 12 meses

        Latino World Order “Ainda assim, não foram vilões por muito tempo porque eram demasiado fáceis de gostar.”
        Mereciam uma menção honrosa :c

      • danielLP21 - há 12 meses

        Sim, mas a LWO durou uns meses como heel, os Mexicools nem uma feud tiveram.

    • Chris JRM - há 12 meses

      Poder, até podia mas os ideais deles eram mais contra os Mexicanos na América do que com os Americanos propriamente xD

  5. Nego trick mysterio - há 12 meses

    Convenhamos que despertar xenofobia nos norte americanos não é difícil

  6. Kira - há 12 meses

    Bom artigo, gostava da interação entre os World Elite e os MEM na TNA em 2009

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