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Top Ten #135 – #ThankYouBryan: A Ascensão

Sejam bem-vindos a uma nova e muito diferente edição do Top Ten. Diferente porque esta também é uma semana diferente. É uma semana muito triste e mais um despertar para a realidade: essa brincadeira de andar a fazer de conta que lutam, como dizem, traz problemas. E esta semana assistimos, com um lacrimejar a embacear os olhos, à despedida de um dos melhores Superstars dos nossos tempos e um dos melhores wrestlers de todos os tempos. Daniel Bryan retirou-se. Os medos concretizaram-se e as lesões acumuladas tomaram conta do “American Dragon” e este achou que o melhor seria deixar os ringues e começar uma feliz vida nova. E terá todo o nosso apoio.

Não deixou pouco feito, mesmo que a sua passagem tenha sabido a pouco. Mas isso deve-se apenas ao facto de querermos mais e muito mais. Mas ele fez bastante. Daí que o Top Ten desta semana seja diferente. Não é um ranking de diferentes momentos de Bryan por preferência. É um Top Ten cronológico. Que acaba por bater certo na mesma porque nota-se a sua subida ao longo da carreira. Semelhanças com as recordações que fizeram ao longo do Monday Night Raw? Talvez, mas aqui fica a minha parte feita:

10 – A chegada ao NXT

O velho formato do NXT. Bryan não faz parte da impressionante remessa de contratações e de elevada qualidade que marca o NXT actual. Quando ele lá foi, aquilo ainda era uma espécie de “game show” e procurava uma nova Superstar. O hype era forte. O “American Dragon” Bryan Danielson, eterno indy, considerado jocosamente como demasiado bom para grandes arenas pelos fãs do circuito independente… Finalmente pisava um ringue da WWE para causar impressão. Muitas risadas e grunhidos de desgosto se devem ter dado quando souberam que quem o ia “ensinar” seria… The Miz. Parece uma piada propositada. Mas tudo fazia parte: já vinham com planos de fazer dele um underdog e chegou logo com obstáculos como o próprio Miz, os comentários de Michael Cole, outros lutadores maiores, etc. Mas o povo que já o conhecia apoiava-o incondicionalmente. E assim que subia ao ringue começava a dar nas vistas e a conquistar novos fãs. Tome-se como exemplo um combate seu com Chris Jericho. Aumentava a popularidade mas acontece o incrível: é dos primeiros eliminados. Vejam lá que aqui o nosso residente Michael Tarver foi quando ele. Já começavam as adversidades, se era assim que começava!

9 – United States Champion

Uma viragem e novo passo para baixo. Toda aquela malta do NXT invadiu o Raw, rebentou aquilo tudo e estabeleceu-se como os Nexus. Dá para um alívio, afinal havia planos para todos. Incluindo Daniel Bryan! Mas já vinham problemas. Bryan trazia maus hábitos das independentes, onde havia menos limites. E estrangular Justin Roberts com a própria gravata era demasiado violento para a TV de então na WWE. Folha feita e ficámos sem Bryan por essa parvoíce. Estava tudo contra ele e contra os fãs que o queriam ver a singrar no palco grande. Tiveram os Nexus que se fazer gente e John Cena juntar uma equipa para os defrontar e precisar de um elemento surpresa: Daniel Bryan! Novos suspiros de alívio e nova oportunidade que se avizinhava para Bryan. Uma boa performance e extremamente over com os fãs que se lembravam dele de há pouco tempo e os que o conheciam há muito mais. Era agora que tinha uma nova derradeira chance de se estabelecer no midcard. E uma paragem inicial seria o seu antigo “mentor”: The Miz, fácil de desgostar. Há que ter em conta que, se me perguntam a mim, o Miz da fase US Champion-Mr. Money in the Bank-WWE Champion era fantástico e fez de mim fã. Logo saiu daqui uma feud bem boa e envolvia o United States Championship. Um muito bom combate estabeleceu Bryan, premiando-o com o seu primeiro título ainda com ele recém-chegado e levando os fãs ao rubro. Parecia haver confiança no “rookie” pequenote afinal!

8 – Mr. Money in the Bank

Começaram a falhar coisas. Perder o título para Sheamus, pronto, eventualmente tinha que o perder, faz parte. Mas estava marcado para lutar na Wrestlemania e existiam expectativas. Mas foram reduzidos a dark match que nem se completou e deu em battle royal. Como qualquer midcarder que ainda não tem uma posição segura, perde um título e ainda para mais, não é daqueles que já parecem levar o selo de aprovação “estrela Vince”… Andou a vaguear por um bocado. As suas peripécias no midcard levariam, no entanto, a que ainda fosse considerado para um combate muito importante. O Money in the Bank. O combate que dá num prémio que dá em push garantido – nem que seja temporário ou aparente. Uma mala que lhe garantia uma oportunidade pelo World Heavyweight Championship e, antes de malta começar a falhar, garantia até o título. Mas ninguém acreditava que ele fosse ganhar. Não estava com momentum nem lhe tinham dado estofo para isso. Não é que o povo não quisesse. Caramba, adoravam a ideia. Mas não se acreditava em tal. Parecia algo de encomenda para Wade Barrett – ainda era ele um temível midcarder alto a main eventer – de resultado tão previsível como o de Alberto Del Rio que vencia a outra mala. Isso era se esse mesmo Barrett não fosse pontapeado na cabeça por alguém no topo da escada, que lá ficou para a retirar e guardar. Daniel Bryan. Parecia difícil de acreditar mas estava ali mesmo: Daniel Bryan segurava uma mala que lhe dava praticamente uma garantia ao main event!

7 – World Heavyweight Champion e Heel Turn

Tinha a mala mas as coisas pareciam piorar. Não havia qualquer ar de que fizesse algum “cash-in” com sucesso. Tinha uma promessa meio vaga de que faria o “cash-in” na Wrestlemania, mas já nem isso parecia que ia acontecer. Perdia-se no card. Jobbava. Lutava no Superstars e no NXT Redemption. Até aí perdia. Começavam a referir-se ao assunto e chamavam-lhe uma maldição da mala. No entanto, nos fãs, instalava-se o medo. Parecia tudo encaminhado para que Bryan falhasse o “cash-in” e fosse com as trouxas pouco a seguir, nalguma vaga de despedimentos. Era esse o seu lugar no card. Mas perto do final de 2011 quiseram surpreender todos e começar a trabalhar. Mark Henry era o World Heavyweight Champion e rivalizava com Big Show. Daniel Bryan acabou metido ao barulho e lutava para se impôr. E estava a conseguir! Já fechava Smackdowns e tinha combates de altas implicações com os dois main eventers do momento. Até que aconteceu. Big Show conquista o título mas é deixado a dormir logo a seguir, permitindo a Bryan capitalizar. Acontecia o incrível: Daniel Bryan era World Heavyweight Champion! Mas foi de forma manhosa. Logo tinha que vir uma mudança de atitude. E Daniel Bryan tinha que começar a irritar. Primeiro passo: celebração a mais. Cada vitória, por mais mísera e suja que fosse, devia ser tratada como a vitória da sua vida. E o que é que ele começa a fazer? Desata a agitar os braços para o ar e a gritar “Yes! Yes! Yes!” como um doido. E com a pobrezinha da AJ a aturá-lo e por vezes a ser obrigada a fazê-lo também. Tal gesto tão irritante nunca iria pegar, certo? Perguntem ao povo todo. Avance-se para a Wrestlemania XXVIII e tinham a oportunidade de redimir o erro da Wrestlemania anterior, igualmente com Bryan e Sheamus. Decidem fazer apenas uma borrada diferente com um squash de 18 segundos em que Sheamus lhe retira o título. Instalou-se a frustração. O nome “Daniel Bryan” começava a ecoar em arenas quando ele nem sequer lá estava. E os gestos e celebrações de Bryan começavam a multiplicar-se, por vezes como forma de protesto…

6 – Transição cómica e Tag Team Champion(s)

O erro da Wrestlemania não era fácil de perdoar, mesmo que o rematch do Extreme Rules fosse uma boa compensação. Começaram a notar a adesão do público aos gestos de Bryan e apoderaram-se deles como gozo ao atleta que, como vilão, começava a tomar a mal. Já o “Yes! Yes! Yes” era uma coisa a sério que frustrava Bryan. E este respondia com “No! No! No!” de oposição. Era um gajo muito nervoso. Ao ponto de o colocarem em terapia para gerir a raiva. Com o rival Kane. Aí apercebiam-se de nova fonte rentável: Bryan não era só fantástico em ringue, o gajo também tinha a sua piada! Deram-se segmentos hilariantes com Kane que podiam ter sido só isso. Mas estavam demasiado over juntos e a dar-se mal: nascia uma Tag Team. Os Team Hell No que, como Tag Team Champions, dominaram a divisão e roubaram o show para si, tornando-se por vezes grandes demais para a sua divisão – história que se viria a repetir de forma semelhante, alguns anos depois, com os New Day. Eram uma equipa de comédia mas não era aquela comédia fatelas à moda WWE. Aquilo era genuinamente engraçado! E em ringue faziam o que tinham a fazer e era uma equipa mais que credível. Cimentaram o seu lugar na história das tag teams e pode dizer-se que, antes de constituírem e enriquecerem a divisão, foi com os Team Hell No que se ressuscitou a divisão Tag Team. Ou, no mínimo, recuperou-se o valor e relevância dos títulos. Mas tudo o que é bom – e isto era muito bom e estava tremendamente over – também tem que acabar e o reinado chegou ao fim, às mãos dos Shield. Mas tinha que haver algo para Daniel Bryan, já sem Team Hell No. É que aquela brincadeira dos “Yes!” estava muito forte…

5 – WWE Champion!

Superstar mais popular no plantel, sem dúvida. E aproximava-se o SummerSlam. Alimentava-se a ideia de Bryan ser o Campeão do povo mas não um Campeão corporativo. Mas o WWE Champion era John Cena e ele teve uma estranha oportunidade de escolher o seu adversário para o grande evento do Verão. E Cena é um bom homem, honrado, mesmo com certas figuras de poder a tentar fazer-lhe a cabeça – e outras, aparentemente, a apoiá-lo. Cena decide saltar para o comboio da popularidade e selecciona Daniel Bryan como seu adversário, para oposição da autoridade, leia-se, Vince McMahon. O que muitos acreditam que acontece lá dentro, acontecia em ringue e Bryan atingia a grande marca de carreira: uma feud com Vince McMahon! O SummerSlam aproximava-se e com ele vinham as esperanças misturadas com os receios. Bryan tinha uma tremenda oportunidade e fazia sentido que os problemas com a autoridade culminassem na sua vitória. Mas do outro lado havia John Cena. E, no caso de ultrapassar Cena, havia outro querido em Randy Orton com uma mala pronta a executar. Triple H seria o árbitro para manter a ordem e tudo cheirava a esturro. Mas o combate não deixou de ser surpreendente: quantos traseiros não saltaram do assento quando Bryan consegue o pin absolutamente limpo sobre Cena? Houve pouco tempo para absorver a surpresa porque Randy Orton já chegava e Triple H já preparava a armadilha. O primeiro reinado de Bryan não pôde ser saboreado. Já estava no registo que fora WWE Champion… Mas que escalada estava aí a começar!

4 – O derradeiro underdog vs. O sistema

Deu-se uma das maiores guerras contra a autoridade. E daquelas mesmo a sério, que envolviam o público. Todo o bom povo que tem sempre tudo decifrado, que sabe os truques e manhas todas deste negócio, os que já não se deixam enganar. Estavam todos dentro desta história, a ser “played” como deve ser. Até que soube bem estar nessa posição outra vez. Tudo porque tudo estava contra Daniel Bryan e nada o parecia vir a resgatar. Ele recuperou o WWE Championship! Mas amanharam uma história de árbitro corrupto e o cinto voltou a ser-lhe retirado no dia seguinte, para cólera dos fãs. Ódio pairava sobre Triple H. Voltou a ser roubado e desta vez até se podia culpar Shawn Michaels! Era a esse ponto que tinha chegado a grandeza e popularidade de Bryan: permitiu a HBK ser um Heel a sério por um momento! Deram-se os problemas com a Wyatt Family, que se estenderam até ao Royal Rumble, onde cairia uma das maiores gotas de água. Uma Rumble inteira à espera dele, para clamar o seu lugar na Wrestlemania, onde merecia… E ele nem entra sequer. Caldo entornado. Pobre Rey Mysterio é apupado que nem um Muhammad Hassan no seu tempo. Batista vence, para desilusão de praticamente todos, e é vaiado como nunca foi. Fosse ele para lá fazer Powerbombs a grávidas e não conseguia tanto heat. As semanas seguintes seriam caóticas. Aquela brincadeira de “Yes!” já não era a gozar com ele, era um dos maiores movimentos da plateia, permanente, adaptável a qualquer um – traduzido até, como foi para Del Rio – e Bryan já não era só engraçado. Era mesmo a maior estrela da companhia. Ainda antes disso, tentava-se dar destaque a Cena, Orton e uma unificação de títulos. E o povo queria era cantar por Daniel Bryan, sem deixar Triple H falar. Era assim que estava. Mas eles sabiam. E já planeavam. Um histórico momento a reflectir a devoção dos fãs fez do Raw um palco de protesto. Dezenas de fãs de Bryan ocuparam o ringue e fizeram o simbólico gesto. Para mostrar o poder. E que Daniel Bryan tinha que estar no main event da Wrestlemania. Triple H cedeu. Se ele o batesse primeiro nessa mesma noite, o spot no evento principal era seu. Vozes ouvidas e estava a acontecer. Mais de meio caminho andado para a relização e culminação de toda a carreira de Bryan.

3 – Um tremendo “Wrestlemania moment”

Um enorme momento dividido por partes. A primeira veio quando se confirmou aquilo que já achávamos que se viesse a confirmar. Daniel Bryan derrota Triple H com convicção e avança para o fecho da Wrestlemania, com Randy Orton e Batista, pelo já unificado WWE World Heavyweight Championship. A plateia já não conseguia controlar muito bem o histerismo. Bem tiveram um corte brusco nessa noite que viu a icónica streak de Undertaker acabar às mãos de Brock Lesnar. Deu para o pasmo. Mas chegando àquela hora, já só interessa uma coisa: que Daniel Bryan vença e conquiste o título. Excelente combate. E, anime-se lá o povo outra vez e que rebente em alegria, Daniel Bryan vencia! Desta vez a sério! Bryan vence Triple H, Randy Orton e Batista na mesma noite, conquista o título e atinge a sua posição como Face de topo da companhia. Desta vez já se pôde sentir o seu reinado, mas nem assim pôde ver toda a luz que merecia. Vítima de azares, desta vez já não havia uma história para justificar. Lesões afastavam Daniel Bryan dos ringues. Bem tentaram prolongar a situação mas não havia sinais de melhoria. O título teve que lhe ser retirado. E nós quase a acreditar que o rapaz estava mesmo amaldiçoado!

2 – Força, luta e resiliência fora do ringue

Viria a sua fase mais conturbada. E que seria a de qualquer um, compreensivelmente. Recuperar de uma séria lesão. Daquelas que encurtam carreiras. Passaram-se muitos meses e a saudade apertava. Fazia falta. Com um falso alarme de reforma e após instalar o pânico, Bryan regressa na Royal Rumble de 2015 e volta a entornar-se o caldo quando é eliminado após pouco tempo, ainda antes do já óbvio vencedor Roman Reigns, entrar no combate. Choveu-lhe heat e em tromba. Hoje, em retrospectiva, só podemos estar gratos por não o ter tido a lutar com Brock Lesnar na Wrestlemania, senão ainda se sujeitava a ficar ali. Mas na altura, estavam todos prontos para repetir a história. Fazer as vozes serem ouvidas. A sua popularidade não era passageira, podia acontecer outra vez. Mas já existiam outros planos para ele e que também o glorificavam. Na Wrestlemania, lutou num combate também perigoso, pelo Intercontinental Championship, que consegue vencer. Para beneficiar um pouco o cinto e ter um grande momento. Mas a vida é mesmo injusta. A maldita lesão, a quem quase lhe chamava um palavrão agora, tinha que dar sinal de novo. E tinha que o voltar a tirar um cinto à força e retirá-lo dos ringues. Nova espera. Ele batalhava e prometia voltar. Recebia os maus sinais mas negava-o. Nós negávamos. Continuava a preparar um regresso, procurava a opinião de todos os médicos, à procura de uma luz, algo que lhe permitisse voltar. A sua presença começava a fazer cada vez mais falta, ao ponto de ser urgente. Aproximava-se a época. E nós a manter a esperança, mesmo que no fundo existisse alguma preparação para o pior…

1 – A Lenda

E assim foi. Na passada Segunda-Feira, todo o mundo do wrestling foi chocado, abalado e entristecido com a notícia. Daniel Bryan oficializava a sua retirada dos ringues. Muitos passamos pelos passos todos até à aceitação. Muitos ainda nem lá chegaram. Mas teve direito ao seu tempo no Raw e emocionou todos. Aquela mulher na fila da frente que não se continha quando ele ainda nem tinha tocado no assunto, podia muito bem representar-nos a todos. Um belo discurso que nos lembrou quem Daniel Bryan é como wrestler e como humilde pessoa. Aquele de quem ninguém se queixa ao trabalhar no ringue e ao vê-lo. Nem fora dele. No seu discurso mostrou-se grato, mas a gratidão é toda nossa por podermos tê-lo visto a competir e pela marca que deixou no wrestling. Sami Zayn apresentou um tweet muito pertinente que fala da sua influência na entrada de novos talentos. E é verdade, se já outros lutadores tinham aberto frinchas na porta de entrada para os pequenos rapagolas comuns das independentes, que todos adoram ver… Daniel Bryan escancarou essa porta. E se virá uma nova vaga, uma nova era em que esses talentos, muitos já no NXT, dominarão a WWE do futuro… Daniel Bryan tem que ser a principal cara dessa vaga, líder dessa era. E olhamos para a sua carreira… E reparamos que não lhe ficou muito por fazer, mesmo que na altura mal notássemos, tanto queríamos mais e mais para ele. Ganhou todos os títulos que havia para ganhar. E mesmo que tivesse problemas em chegar ao main event… Eram propositados e o mais certo é que o preferissemos assim, a dar tudo para chegar ao topo, e vez de estar lá a varrer com todos. Não é dele. Porque ele é como qualquer um de nós. Ou, até mesmo se lhe perguntarmos a ele, é um de nós e nós sentimos essa proximidade. E isso a juntar ao facto de ser uma das maiores Superstars desta recente era e um dos melhores wrestlers de todos os tempos. E isso nem é algo que se diz apenas por dizer, agora que ele se retirou. Era algo que já se dizia desde os tempos da “maldição da mala Money in the Bank” em que jobbava para sabe-se lá quem no Superstars, desde os tempos dos ginásios com um punhado de gatos pingados a ver. Foram só cinco anos na WWE mas bastante preenchidos e nós agradecemos pela viagem que fizemos com ele. Só lhe falta mais um adereço para além de todos os cintos que já teve: um anel. Um Hall of Famer de alto prestígio, se me perguntarem. Muito obrigado por tudo, Bryan Danielson aka American Dragon aka Daniel Bryan. A melhor das sortes no futuro, que é o merecido. Foi um legado enorme e horas de entretenimento que deixou.

E com este Top Ten diferente me despeço até à próxima semana. Espero que não se tenham importado com toda esta glorificação de alguém que eu acho que merece. Que sempre achei que merecia, não é de agora. E se dá a impressão de haver alguma emoção nesta escrita… É porque há. E agora é a vossa vez de comentar isto, se ainda não acham que disseram o suficiente sobre o assunto. Para a semana há mais e já vem com o formato normal, porque sei que este mal parecia um Top Ten. Até podem achar “o gajo queria escrever um texto sobre a carreira dele e meteu-o no Top Ten à força”, mas não. Esta incorporação foi algo que me ocorreu de imediato e que espero que seja bem recebida. Mas na próxima semana já deve vir mais palhaçada tipo “Melhores alternativas para nova outfit de Ryback” ou algo assim. Marquem presença que eu cá penso estar. Até à próxima, portem-se bem e recomponham-se!

#ThankYouBryan

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Top Ten”.

13 Comentários

  1. Kauê Souza - há 10 meses

    Só tem Daniel Bryan agora? Vamos falar de coisa boa? Que tal? :)

    • danielLP21 - há 10 meses

      Ninguém te obriga a ler. Não és tu que só comentas sobre “Divas”? Tens bom remédio: esperas que alguém escreva sobre isso e depois lês :)

      • OwensBestOfWWE #TYBryan - há 10 meses

        TURN DOWN FOR WHAT !!!!!!!

      • The Cobra 619 (#ThankYouBryan) - há 10 meses

        Caraca Daniel seu comentário foi o melhor de todos os tempos!!! LOL

      • Kauê Souza - há 10 meses

        Daniel, meu colega, não sou obrigado a nada como você mesmo disse, porém não fico muito tempo no site porque tenho coisas mais importantes para fazer. Apenas o disse porque quando abri aqui (faz tempo que não acesso o site) vi vários poste sobre o recém aposentado!? Blz?

        Um grande abraço ;)

    • #MrMoneyInTheBank - há 10 meses

      Então vamos falar sobre AJ Lee! xD

      • Kauê Souza - há 10 meses

        AJ Lee? UAHSUAHSUAHS Pode deixar

    • SadisticAnarchist - há 10 meses

      LOOOL tinha de vir o bajulador da divas
      se nao gostas porque que te dás ao trabalho de comentar o que nao gostas ?

      • Kauê Souza - há 10 meses

        Conhece a liberdade de expressão? Então, quando souber mais dela avisa-me ;)

      • SadisticAnarchist - há 10 meses

        nao confundas liberdade de expressão com liberdade de pensamento :)

  2. "Awesome" Hater - há 10 meses

    #ThankYouBryan

  3. RFBM - há 10 meses

    Bom artigo, bela homenagem ao Bryan.

  4. BRRM - há 10 meses

    Apesar de adorar o humor nos teus artigos, gostei bastante de te ver a fazer algo mais sério. Excelente trabalho!

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