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Wrestling, Diz Ele #42 – Extreme Rules ’14

Em primeiro lugar quero desejar-vos bom ínicios de Maio a todos, e boa reta final de aulas a todos, quer estejam no ensino secundário quer estejam no ensino universitário. Em segundo lugar, as minhas desculpas da não realização do Wrestling, Diz Ele a semana passada mas tive que entregar um trabalho de perícia de personalidade de um ofensor sexual na segunda feira e um trabalho sobre violência doméstica na terça, e como devem imaginar, o tempo não dá para tudo. Pois bem, o artigo desta semana baseia-se no rescaldo do PPV que a WWE realizou domingo passado, já que o feedback foi positivo ao rescaldo que fiz da Wrestlemania, decidi manter o formato.

O Extreme Rules realizou-se em East Rutherford, New Jersey, em frente a 15.907 fãs, mais uns tantos a assistir em todo o mundo no quadradinho mágico. Pois bem, o PPV iniciou-se com o habitual pre-show com atletas como Booker T, Sheamus e Alex Riley. Nada a apontar, o habitual kick-in retrospective do que será o show. E por fim, o primeiro combate começaria

WeeLC Match: El Torito vs Hornswoggle

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Antes do combate começar a WWE optou por fazer um segmento em que Michael Cole, Jerry “The King” Lawler e JBL foram reduzidos a anões, assim como Tony Chimel. El Torito entrou primeiro com os seus parceiros Los Matadores , seguido, logicamente, por Hornswoogle e os 3MB. O combate iniciou-se com um belo hurricanrana de El Torito, e este foi repleto de utilização de mini-objetos, desde mini-cadeiras, mini-escadotes e ainda uma mini-mesa de comentadores quebrada depois de Hornswoogle aplicar o Tadpole Splash em El Torito. Para além disso, um dos grandes momentos foi um lateral press de El Torito com um double eletric chair de Los Matadores em Jinder Mahal para cima de mesas e escadotes.

Ora bem, este combate se foi escrito numa vertente mais cómica, deixou de o ser rapidamente, e mostrou, para surpresa de muitos, acredito, que às vezes as melhores prendas vêm em pacotes pequenos (digamos assim…). Posto isto, El Torito conseguiu a vitória após um Seated Senton em Hornswoogle para uma mesa.

Combate: 14/20

A VT inicial contou com os três mainevents justíssimos deste PPV: The Shield vs Evolution, Wyatt vs John Cena e Daniel Bryan vs Kane pelo Título Mundial de Pesos-Pesados da WWE, que a meu ver, foi melhor do que a VT da Wrestlemania. De facto, este Extreme Rules tratou-se, em termos de storyline, de guerra pelo poder, e autênticos jogos deste.

Triple Threat Elimination Match: RVD vs Cesaro vs Jack Swagger

RVD, o mais que merecido atleta neste tipo de PPV’s, foi o primeiro a dirigir-se ao ringue, seguido de Swagger, com Zeb Colter; e Cesaro, com Paul Heyman.

Ora em primeiro lugar, para mim RVD merecia um destaque maior em termos de storyline neste PPV, do que o que teve direito, enquanto Swagger e Cesaro deviam ter tido um combate individualmente. De qualquer forma, e apesar da história ter sido pobrezita, a WWE brindou com aquilo que pode brindar, em termos criativos. Paul Heyman, mais uma vez brilhante ao micro e a introduzir o seu cliente, Cesaro, que obteve (finalmente) uma nova música de entrada, mais que adequada, a meu ver, e até marcante. Pelo menos, quando se ouvirem as sirenes, já se sabe quem aí vem…

Quanto ao combate, RVD para mim é o melhor fisicista em ringue atualmente, ou seja, sabe perfeitamente onde está e tem uma capacidade para estar localizado sempre no local certo e mostrar fluidez. Swagger, surpreendeu-me tenho de admitir devido à agressividade que demonstrou e os movimentos que aplicou, quase que fazendo-me lembrar dos tempos em que estava no primor da sua carreira. Cesaro, demorou a começar o combate e enquanto estiveram os três homens em ringue, não vi nada que já não tenha visto, isto até este aplicar um suplex da segunda corda, em Swagger que estava do outro lado da borda do ringue. Posto isto, RVD aproveitou e aplicou o Five-Star Frog Splash em Swagger para obter a vitória e eliminar Swagger do combate.

Seguindo o combate, RVD e Cesaro defrontaram-se para delícia do público. E foi precisamente quando o combate se tornou um singles match que as coisas melhoraram bastante, tal como eu disse logo na introdução deste combate, o combate a três foi mal desenhado pela WWE. RVD fez aquilo que sabe melhor, para prazer dos fãs da ECW original na arena enquanto Cesaro mostrou o porquê de estar a ser a next big thing muito possivelmente na WWE, ou seja, mostrar o que Curtis Axel falhou redondamente. Cesaro aplicou o Neutrilizer em RVD em cima de um caixote do lixo de metal (após um Van-terminator) e ganhou assim o combate.

Combate: 15/20

Daniel Bryan foi analisado por um médico devido aos acontecimentos da última semana, e foi importunado por Stephanie McMahon. O segmento em si cumpriu o seu propósito e mostrou o porque de trazer Stephanie para WWE foi o best for business.

Segmento: 17/20

Handicap Match: Alexander Rusev vs R-Truth e Xavier Woods

rusev lana

Em primeiro acho Rusev e Lana em termos de gimmick das melhores que passou na WWE, e com algum espaço criativo, se a WWE puxar pela cabeça minimamente e ouvir os fãs. Em segundo, achei desnecessário a referência a Vladimir Putin, por parte da WWE. Xavier Woods foi despachado antes ainda do combate começar, e R-Truth levou o combate sozinho a sítios que enfim.. Rusev cumpriu a tarefa perfeitamente, aplicou o camel clutch ou lá como lhe chamam e venceu o “handicap 2-contra-1”. No fim do combate, Lana mandou e Rusev cumpriu e Woods desfez-se em dois.

Combate: 6/20

Renee Young entrevistou os Evolution e Triple H e Randy Orton mostraram o porquê de entre os três membros existirem 31 Títulos Mundiais.

Segmento: 16/20

Intercontinental Championship: Big E vs Bad News Barrett

God Save the Queen, e Bad News Barrett entrou no ringue seguido do Campeão Intercontinental Big E, não sem antes “have some bad news…”. O combate iniciou de forma normal para um combate pelo Título, com Big E a mostrar alguma capacidade técnica e com o público a mostrar desde cedo a preferência por Barrett. Em primeiro, é mais que merecida a preferência, visto que Barrett tem sido dos atletas mais desvalorizados e conseguiu tornar uma gimmick ridícula em algo perfeitamente crescente. Se é a melhor gimmick de sempre? Não, mas é com certeza melhor que o simples Barrett Barrage ou semelhantes… De destaque, o Spear para fora do ringue de Big E assim como as sucessivas quase-derrotas do combate. Depois de ambos os atletas tentarem aplicar os seus finishers, sucessivamente, Barrett desferiu o Bad News Bullhammer Elbow e garantiu assim a mudança de título.

Combate: 14/20

Six Man Tag Team Match: The Shield vs Evolution

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O primeiro main-event da WWE seguiu-se ao combate pelo Título Intercontinental, e talvez o main-event com mais possíveis repercussões de entre os três. Os Evolution desceram ao ringue primeiro seguidos dos the Shield, e depois da tensão sentida com as duas equipas em ringue, os Shield limparam o ringue. Seth Rollins começou o combate com Triple H e tenho que admitir logo desde início deu para ver um resquício do que os Evolution foram em 2004-2005, e praticamente 10 anos depois “re-mostraram”. Antes basicamente do Inferno ter-se apoderado do ringue de destacar a atuação de Seth Rollins, bem como de Ambrose a aplicar o Figure-4 Leg Lock (caraterístico de Ric Flair – antigo membro dos Evolution) em Randy Orton.

Só uma constatação entre o combate, não percebo porque os fãs se viraram contra Batista assim. Quer dizer primeiro queriam-no de volta, depois dizem que não sabe lutar. Vá-se lá perceber os Americanos… Bem posto isto, o inferno definitivamente voltou ao ringue pela segunda vez com Triple Powerbombs, Pedigrees, RKO’s, Ambrose a voar do nada, Ambrose a ser varrido escadas abaixo, Seth Rollins a atirar-se de uma bancada superior, e por fim Roman Reings a aplicar um Gore em Batista para a vitória.

Sem qualquer dúvida, este foi dos melhores Six-Man Tag Team dos últimos tempos, e para já o melhor combate de todo o Extreme Rules, e acima de tudo, os Shield tiveram o seu apogeu verdadeiro. Absolutamente, standing ovation virtual para os três senhores.

Combate: 18/20

Os combates permaneceram e de seguida tivemos o:

Steel Cage Match: Bray Wyatt vs John Cena

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Talvez o combate mais estranho, quirky de todos, e talvez a storyline mais estruturada de todo o PPV, na minha opinião. Wyatt é simplesmente fantástico, já toda a gente sabe o apreço que tenho por esta gimmick, e pela performance de Bray. Quanto a Cena, é dos melhores atletas que a WWE e o sports entertainment já viu, e está a desempenhar o seu papel de forma exemplar. Pois bem, a jaula desceu, John Cena desceu o ringue seguido de Bray Wyatt. O combate começou de forma calculada e calma, com a Wyatt Family a mostrar a estranheza demoníaca de forma exemplar. A melhor parte no meio disto tudo é que o público defende e apoia Wyatt, de forma igualmente demoníaca. O combate rapidamente evoluiu para o típico combate de jaula. De destacar para a mentalidade e jogos mentais em ringue, e nas periferias assim como a sit-out powerbomb de Cena, e ataques brutalescos de Wyatt.

Este combate não foi técnico, não foi bonito e esplenderoso mas serviu para marcar o ritmo depois do alucinante combate anterior. Rowan e Harper serviram o propósito bem, com várias interrupções-chave no combate e foi de realmente louvar a mecânica do combate e como todos os atletas estavam na altura certa no lugar certo, ou seja, um segundo de atraso e tudo poderia ficar comprometido. Por fim, quando tudo parecia estar a dar a vitória a John Cena, eis que as luzes apagam-se – Wyatt Family way – e uma criança com a voz distorcida começa a cantar “He’s got the whole world, in his hands…”. Cena fica incrédulo, Wyatt aplica o Sister Abigail e John Cena tem a merecida derrota face a Bray Wyatt. Combate normal, nada de especial mas um final que sobre a pontuação deste a meu ver. Creepy. É a única palavra que me ocorre.

Combate: 16/20.

O painel do pre-show regressou num segmento que eu achei escusado, não percebo o motivo de colocarem o painel a meio do show, quando não serve propósito nenhum. Os fãs sabem as opiniões que têm, não precisam de um momento talk show no meio.

Segmento: 4/20

Divas Championship: Paige vs Tamina Snuka

O combate das Divas que em meses não será para ir à casa de banho com certeza. Tamina entrou no ringue primeiro, seguida de Paige. Já ouvi dizer que muita gente não sabe porque Paige está a ser tão falada e que não tem assim tanto talento.. Sinceramente não percebo. Paige é o contrário de tudo aquilo que é o estereotipo de Diva da WWE, e isto é a meu ver aposta ganha. Quanto a capacidade in-ring é uma lufada de ar fresco e sabe o que faz dentro do ringue. Paige iniciou o combate mostrando grande versatilidade técnica, até ser interrompida por Tamina. O combate mostrou-se com um bom ritmo, com Tamina a demonstrar um bocado de nervosismo achei eu a executar as manobras. Paige fez o que devia de ser feito. Simplesmente, quanto a este combate, que terminou com Paige a reter o título, aplicando o Modified Scorpion Deathlock, achei que o público levou a que este caísse no esquecimento devido a estar suficientemente apagado. Posto isto, um bocado de mais tempo de antena não faria mal.

Combate: 13/20

Bray Wyatt e a Wyatt Familiy apresentaram uma promo mais uma vez impressionante, num rescaldo do combate, o que leva a crer que a rivalidade com Cena não está terminada, nem por um instante.

Segmento: 18/20

WWE World Heavyweight Championship: Daniel Bryan vs Kane

kane

Kane e Daniel Bryan seguiram para o ringue (não por essa ordem, por acaso) para aquele que foi o combate com um Kane revitalizado e de volta ao monstro para que foi criado. Bryan atacou Kane desde início, apesar de ser brevemente interrompido por Kane. Os meses de frustração com o Corporate Kane pelos vistos deram os seus frutos visto que Kane demonstrou em combate aquilo que era há alguns anos, só faltava Paul Bearer estar ao lado deste, facto que não pode acontecer mais, como toda a gente sabe. Bryan defendeu-se como pode, e volto a dizer, a capacidade deste indivíduo no ringue é fenomenal, resta saber no entanto, se a popularidade que atingiu não será prejudicial. Cadeiras, mesas, e mais tarde pás e carros, brutalidade simples foi o que este combate trouxe, finalmente dando juz ao nome do PPV. Bryan teve ainda tempo de aplicar um Tornado DDT no chão a Kane para além de lutarem no topo da arena, e no backstage, no parque de estacionamento algo raro na WWE até este PPV. Num momento caricacto, e porque um combate Hardcore já não se usa, mas sim Extreme Rules, Bryan conduziu Kane para o ringue, desferiu um Diving Headbutt num Kane inconsciente. Posto isto, Kane virou o combate, acabou por destriur Bryan com chokeslam no ringue, atravessando mais tarde Bryan na mesa de comentadores. Para terminar, Kane ateou fogo a uma mesa até que Bryan fez Kane atravessar a mesa em chama e aplicou o Running Knee para reter o Título e para a vitória.

Combate: 18/20

Bem, existem vários aspetos a ter em conta neste Extreme Rules, mas vamos lá passo a passo. Primeiro, vamos a contas, no todo e aplicando 75% aos combates e 25% aos segmentos:

Extreme Rules: 14/20

Posto isto, quero reforçar o facto que isto é uma média aritmética. O Extreme Rules foi um PPV mais “extremo” do que o que estava a pensar em primeiro lugar, superior a PPV’s anteriores do mesmo género, mas deteve algumas falhas que a WWE necessita de corrigir, em torno de histórias, em primeiro lugar, de estruturas de combate e da forma como possibilita os seus atletas de interagir. O facto de criarem histórias “à ultima da hora”, passo a expressão, não ajuda nada a uma construção de um combate, em que afinal, o objetivo é contar uma história. Para além disso, um squash num PPV é sempre algo a evitar, ainda que, o objetivo seja enaltecer um atleta no primeiro grande evento pós-Wrestlemania. Ainda assim, Triple H disse há uns tempos que a WWE estava a entrar numa nova era e que 2014 seria o ano da empresa, e a verdade, é que a passos largos a WWE apresenta um produto, aparentemente, mais arriscado, mais maduro, e com histórias mais controversas e momentos mais arriscados. Acho que a palavra que define a WWE desde Março será essa mesmo: arriscada.

Posto isto tudo, minha gente, até para a semana e já sabem respondam às seguintes perguntas e deem a vossa opinião:

Quem se destacou neste Extreme Rules? O que mudarias? O que te surpreendeu mais?

PS1: Adorei o Michael Cole a dizer que estavam em direito em “Portugal, on SportTV” – sempre bom ouvir o nome de Portugal associado à WWE.

PS2: O combate pelo Título Intercontinental e o WeeLC entre El Torito e Hornswoogle tiveram a mesma pontuação devido a considerar que um teve um fator surpresa brilhante e deu nome ao PPV e o outro demonstrou uma boa capacidade técnica entre os atletas.

Sobre o Autor

- Escritor do artigo “Wrestling, Diz Ele”.

10 Comentários

  1. Cadu2204 - há 3 anos

    Muito boa análise :) Custa-me ver um 14/20 de média por causa do momento do painel… aquele 4 :/ E deixa-me que te diga, aqueles minutos são mais valiosos do que parecem e acho que um “4” é pela qualidade e não pelo propósito: pausa para ir buscar comida e ir à casa-de-banho. Costuma ser o combate das Divas, mas a WWE apercebeu-se que os fãs querem ver a Paige e metem este segmento no meio para se prestar mais atenção ao combate :)

    Claro que a culpa não é só disso… o combate do Rusev também contribui para a média baixa xD

    Sugeria que começasses a juntar a tua média de PPV (opinião pessoal). A Matemática é sempre um factor que ajuda, mas a sensação que ficamos do PPV vale sempre mais que a matemática! Por exemplo: No teu artigo sobre a Wrestlemania XXX, o resultado final que atribuíste foi o mesmo. E mesmo sem certezas, quase que aposto que na tua opinião, não dás a mesma nota aos 2 PPV’s :) Se sim, peço desculpa ahah xD

    Continua as boas análises e o bom trabalho! :)

    • DirtCrit - há 3 anos

      Em primeiro obrigado pelo comentário :)
      Sim eu vi o tal momento, mas achei mais desnecessário do que de qualidade sinceramente :/
      Verdade esses momentos descem a média, mas daí ter dito, trata-se de uma média aritmética afinal de contas não é? O PPV foi para além da média e há fatores a ter em conta, tal como na Wrestlemania, que necessitam de ser tidos em conta também. Foram PPV’s diferentes, com combates distintos, logo não é possível fazer uma comparação a esse ponto. Mas se reparares no que retens dos PPV’s são alguns momentos, talvez em quantidade semelhante :P

  2. Braian - há 3 anos

    O combate que mais me surpreendeu foi o WeeLC. Muitas mesas quebradas, escadas, cadeiras, aconteceu de tudo ali, e foi o combate mais “Extreme” tirando o ME.

  3. Julio - há 3 anos

    Ótima análise foi um belo PPV 3 combates que me surpreenderam foi:El Torito vs Hornswoggle , Bryan vs Kane, Evolution vs Shield

    PS: o combate da Evolution eu esperava bem menos por isso me surpreendeu

  4. Zé Tomé Dias - há 3 anos

    Boa análise, do Extreme Rules

    Orgulho-me de dizer que este foi o melhor extreme rules que já vi

    Eu não sei o que mudaria, se bem que achasse que o rusev merecesse algo melhor para se afirmar e que os usos podiam estar lá para lutar e defender os títulos.

    Surpreendeu-me a maioria dos combates, nestes motivos:
    -pré show: afinal ,um par de anões, de equipas no low/mid card, levaram o combate a sério e deram um bom show a abrir
    -shield vs evolution: o melhor falando de confrontos. Brutal! Adorei ver as equipas a lutar. Os evolution, mesmo perdendo, fizeram valer o seu regresso (tive pena do Batista, lutou bem mas continuam a vaiar), e os shield chegaram ao seu auge.
    -cena vs wyatt: Tal como disseste, não foi um bom combate técnico, mas adorei a atuação dos wyatt, dentro e fora da jaula, e o final foi genial
    -kane vs bryan: o combate que fez jus ao nome do evento. Adorei este. O kane mostrou que ainda é capaz de lutar e espantar, e o bryan a mostrar uma boa atuação. Teve tudo o que um combate extreme precisou, fez me lembrar alguns combates da antiga ECW.

    Acho que os destaques foram as vitórias do cesaro, do barrett, dos shield e do wyatt, bem como alguns segmentos entre os combates.

    Deste 14 em 20? Discordo. Só? Eu dou 16 em 20.

    • DirtCrit - há 3 anos

      Mais uma vez, obrigado pelo comentário! Eu não dei 14/20, a matemática deu, eu não saberia qual o resultado final, dei apenas a pontuação à medida que ia vendo os combates e segmentos :)

  5. Hildo - há 3 anos

    Gostei da sua analise. Apenas acho que Bryan vs Kane não ficou em nada atras de Shield vs Evolution.

    Quem se destacou neste Extreme Rules?

    OS Combates Shield/Evoluiton e Bryan/Kane.

    O que mudarias?

    Nada

    O que te surpreendeu mais?

    Aquele mesa em chamas….

  6. John_3:16 - há 3 anos

    Boa análise, o ppv em si foi de facto muito bom, acho que quem se destacou bastante bem foram os evolution vs the shield combate fantastic no entanto ate pensava que os evolution ganhavam ja com uma traição do ambrose e do rollins sobre o reigns mas sim ainda é cedo pra isso, mas eu destaco que os evolution lutaram muito bem assim como os the shield e claro tem estado sempre fantásticos é otimo ver uma rivalidade entre estas duas stables fantásticas. O combate do wyatt claro que surpreendeu, aquele homem consegue sempre fazer magia, o puto no final a ser “amaldiçoado” foi demais. O pre-show até que surprendeu pois nunca pensei que o combate fosse como foi, mas a verdade é que foi divertido e até bom. Apesar do combate kane vs bryan ter sido muito bom acho que o melhor o que marcou o ppv foi mesmo o das stables. sinceramente acho que não mudaria nada.

  7. ygor - há 3 anos

    otima análiise,o ppv de facto foi otimo a wwe aprendeu agora agradar seus fans com otimo ppv, agora eu espero um excelente payback e mais mudancas na wwe

  8. Francisco Ferreira - há 3 anos

    epa, as entradas com músicas de rock são awesome! mas nao acho grande coisa a nova música de entrada do cesaro..

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