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Top Ten #204 – 10 grandes momentos da WWE em Portugal

Sejam todos bem-vindos a um novo Top Ten. Podem ver que o tema é diferente e é algo que, mesmo uma semana depois, continua a morder-me no traseiro, qual bicho. E digo isto no bom sentido, são uns bichos-carpinteiros de entusiasmo. Ainda sobra alguma pica do dia, misturado com a preguiça que veio com a relativa falta de sono que também da experiência saiu – como se ela não estivesse lá sempre.

O mais próximo que vos dou de uma reportagem, é na forma de Top Ten, como faço sempre. Pela vida fora não sei fazer as coisas de outra maneira. Para quem lá esteve recordar, para quem não lá esteve… Meter um bocadinho de nojo. Dez grandes momentos da visita do Smackdown a Lisboa!

10 – Rusev, a estrela

Todos foram bem recebidos mas porra! É um bom sentimento saber que não és o único com a justificável adoração pelo Rusev. Não és mesmo o único, tal foi a recepção para o “Bulgarian Brute”. Tínhamos as esperadas estrelas de topo, os babyfaces que encabeçam. E temos o Rusev, que facilmente sacou de um dos maiores pops da noite. E foi uma noite bem barulhenta.

Felizmente, a festa já começou antes da sua chegada, já com Aiden English. De quem eu já era fã desde a sua primeira encarnação da gimmick no NXT. Ele bem disse que não precisava dos nossos aplausos mas não havia outra coisa a fazer, tínhamos mesmo que lhe aplaudir a goela e os seus dotes cómicos. Bastou anunciar que estávamos ali para ver o Rusev – damn right! – que já rachámos as paredes do Campo Pequeno um bocadinho.

Chega Rusev e é a loucura. Parecia que tínhamos uma arena cheia de imigrantes Búlgaros. Estávamos todos “elated” por vê-lo e com razão. Com uma recepção daquelas, quem quer que fosse o babyface que colocasse contra ele ia ver-se à rasca. Pois… Eles já deviam saber o que esperar…

9 – Ainda te adorámos, Dasha!

Falo muito por mim que depois de a ter visto ao vivo e com aquela outfit, possivelmente fiquei a gostar ainda mais dela. Mas não é pormenor relevante e acho que posso falar pelos restantes. Ela estava entusiasmada por estar ali e vamos a supôr que até a deixámos atrapalhada, com tanta energia que tínhamos, digamos que sim. E estávamos todos muito bem-dispostos, perdoaríamos qualquer coisa, especialmente algo tão mínimo.

Mas teve a sua graça. Após um anúncio do grande evento que se aproxima, Dasha Fuentes, anfitriã desta nossa inesquecível festa, anunciou com todo à vontade que estávamos já a menos de duas semanas do SummerSlam. De estranhar porque ela cá chegou numa altura em que o tempo já arrefeceu, fosse isto umas semanas antes e até compreenderíamos que ela pensasse que estávamos em Agosto. Mas não, alguma outra coisa a trocou.

Fomos uns simpáticos ao não nos virarmos contra ela mas também ninguém ficou calado. Muito delicadamente a corrigimos. OK, não muito delicadamente. Mas ela rapidamente recuperou a postura e deu-nos a razão, sublinhando que o que se aproximava era o Survivor Series. Foi o mínimo botch da Dasha um grande momento da noite? Não sei, mas quando ela apareceu a primeira vez a abrir o show, para mim foi!

8 – Destaque para as meninas

Fizeram o esperado e fizeram bem. Colocaram-nas a todas num combate. Merecíamos vê-las a todas e elas mereciam as reacções que lhes demos. Especialmente a Becky Lynch, a quem já lhe iam estragando a entrada, ao fazê-la acompanhar-se do YouTuber SirKazzio que não foi propriamente bem recebido. OK, ele foi totalmente vaiado por todos, incluindo por mim. Até se tentou começar um chant de “delete” para ele nas filas de cima e não vou dizer que tenha sido eu, estou só a colocar as várias possibilidades sobre a mesa.

Pronto, acontece. Lá cumpriu um sonho, espero que se tenha divertido enquanto o odeio e invejo de morte respeito pelo seu feito. Lá sentimos a necessidade de compensar e, ruidosamente, cantámos o nome da Becky para ela ter a certeza que a ela sim a adoramos. E belos pops que saíram para ela, para a Charlotte, para a Naomi e para a menina que até calha ter ali uma veiazinha Lusitana, por muito que nos tente convencer que é Russa, Lana. Mas todas bem recebidas e o seu combate também.

Deu para uma brincadeira com o Ellsworth, deu para ver um Figure-Eight ao vivo. Deu para vê-las de mais ou menos perto. Comento já outra coisa que me derreteu em relação à Charlotte, mais à frente. Para já fico muito contente pela entrada da Naomi por todo o espectáculo que elas deram, roubando uma significativa porção do espectáculo e com o público, nós, rendidos a elas.

7 – “Let’s go briefcase!”

Nota rápida para a Fatal 4-Way pelo United States Championship que colocou Baron Corbin a defender contra Bobby Roode, Sami Zayn e Dolph Ziggler, que foi o combate da noite. E para a arrepiante entrada do Roode – graças a nós. E para a excelente entrada do Ziggler, aqui graças a ele também. Se calhar dava para fazer um Top Ten só deste combate que deve ter sido das maiores loucuras numa noite cheia delas.

Tenho que dar o destaque a um momento interactivo, com os wrestlers a improvisar – creio eu – e a interagir com o público, que provocava Baron Corbin com uma réplica de uma mala “Money in the Bank”. Não dava para resistir, Ziggler vai buscá-la à plateia e Corbin tenta recriar o seu “cash-in” falhado, sendo agora com sucesso, o que tornou a não acontecer, com Bobby Roode a comê-lo num “roll up” tal como no infame “cash in” falhado deste Verão. Mala devolvida, tivemos um grande momento para umas risadas e uns aplausos, num combate com muitos acontecimentos e onde nunca deu para ficarmos quietos ou calados.

Outro destaque para o velho e repetido spot da “torre” no canto que nos puxou um cântico de “Holy shit!” – não tínhamos mais nada para o fazer – e a observação com o amigo do lado que me acompanhava de que tínhamos reparado num técnico a reforçar aquele canto antes do combate. Vénias para tudo o que se passou neste combate, para a mala, para as entradas, para os spots mais cómicos, para a quantidade de cuspo que o Roode mandou para o ar. Vénias para tudo!

6 – Risota

Não é nada de novo na WWE: há sempre espaço para comédia. Umas vezes eficaz, outras vezes tiros ao lado. Neste espectáculo houve muito disso e, ou foram só tiros certeiros, ou era o ambiente que nos fazia alinhar em qualquer coisa. Mas existiu bastante disso ao longo da noite, o que não é de estranhar, dada a natureza mais descontraída e divertida dos “house shows”, onde não tem que se seguir exactamente o produto televisivo. Mas era o que lá estava na mesma.

Para os maiores spots cómicos, estavam lá os tipos certos, que também receberam dos maiores pops da noite. Claro, os Breezango. Juntamente com os Usos e os Bludgeon Brothers – aqui apenas os velhos Luke Harper e Erick Rowan – numa Triple Threat pelos Smackdown Tag Team Championships, ninguém lhes resistiu. Às danças de Fandango ou às maluqueiras do Tyler Breeze a rebolar por todo o ringue, para fugir a uma Elbow Drop de Harper, outro que até parece ter ficado surpreendido com o quão over e adorado estava a ser naquela arena. Combate da risota da noite, satisfatório e de onde saiu um combate decente na mesma.

Ainda deu para gargalhar mais um pouco noutros momentos, com Kevin Owens, mesmo com a Fatal 4-Way pelo United States Championship, com os Ascension, um pouco com as mulheres, com Rusev e Aiden English e, até mesmo alguns dos maiores momentos… Com Triple H, já veterano nisso. Mesmo sem isso saíamos de lá com uma boa disposição inigualável. Mas sabem sempre bem umas macacadas bem feitas!

5 – Rendido a Jinder!

Estou a ver que o destaque que dou nesta entrada é a mim mesmo e ao meu entusiasmo. Para além de algumas entusiasmadíssimas almas na fila à minha frente, quase que era o único a conseguir aquilo que considero uma proeza: um ruidoso “mark out”… para o Jinder Mahal. E completamente consciente do que fazia. E bem acredito que quando a música dos Singh Brothers interrompeu o anúncio, aí sim devo ter sido o único a saltar da cadeira, num bem gritado “markanço”.

Não fossem eles uma significativa percentagem da razão para eu gostar tanto do acto do Jinder Mahal, diga-se o boneco, dotes em ringue à parte. A restante percentagem entraria depois e lá estava eu a celebrar e a aplaudir a entrada do WWE Champion. Que teve bom heat e soube lidar com ele, estava a casa como devia ser e como ele queria. Como todos queríamos, já disse que nós éramos um espectáculo? Portanto sim, estou mesmo a destacar a minha posição quase singular como fã de Jinder Mahal como um dos grandes momentos da noite. Porque é divertidíssimo. Fui tão fã do AJ Styles após a sua entrada como qualquer um, claro, mas até lá, rendi-me ao “Modern Day Maharaja” como já previa.

Também devo destacar como ele recebeu a ordem de deixar bem claro que o público entendia o que se ia passar. É claro que AJ Styles ia ganhar para ficarmos todos contentes, para vermos um Styles Clash e para andar a vangloriar-se com a nossa bandeira. Logo Jinder quis deixar bem claro que percebíamos que o combate não ia ser pelo título, insistindo bem na questão se percebíamos o que era um “non-title match”. Ainda há-de ter havido alguma alma distraída que ficou a pensar que o Styles saiu de Lisboa WWE Champion…

4 – Pré-Show

Não me refiro aos vídeos que passavam no grande ecrã para nos ir entretendo, mesmo que fossem bons e já revelassem o tipo de plateia que éramos. Reagia-se a tudo o que aparecia. Antes disso. A viagem de autocarro que, a certa altura, teve uma banda sonora temática e deixou-nos a ouvir vários temas míticos da WWE? Não, demasiado atrás. Refiro-me mesmo ao fim da tarde, antes de entrarmos para o recinto para os confortáveis assentos dos quais nos estaríamos sempre a levantar.

Que cambada de tansos, os que se juntam ali nas “traseiras”, ao pé da entrada dos artistas, à espera que a nossa malta chegue para os verem de perto. E qual a melhor vista para esse grupo de crentes do que bem no meio deles, com o mesmo objectivo, a fazer exactamente o mesmo? Lá estava eu também. E claro, para realçar a minha sorte e esperteza, fui para um dos piores sítios. Vi os autocarros a chegar e já pude puxar de um esforço para controlar o entusiasmo ali para os lados da bexiga quando reconhecia Superstars através do vidro. Depois os veículos páram e eu tenho a pior vista, sendo ali o cu da camioneta o que melhor vejo, sem vista para a saída de qualquer carro.

Felizmente havia alguma malta que precisava de aceder a bagageira do outro lado e tinha que dar a volta e, sem eu contar, aparece-me Bobby Roode, uns metros e umas cabeças de outros indivíduos à frente. Reacção de fanboy, fangirl, o que seja, se não sabem quem eu sou, óptimo, nada podem comprovar. O mesmo para Tyler Breeze e Fandango e não pude deixar de me derreter completamente com a simpatia da Charlotte, que mais se arreganhou num enorme sorriso enquanto acenava para nós. Valeu a pena ser um pato ali à espera. Mesmo com o pouco que vi. Para a próxima já sei… E há-de me calhar um sítio e uma vista piores!

3 – Até para os Ascension!

Aqui no pódio já estão três entradas que podem ser todas número 1. Os Ascension, sim. OK, não é propriamente em referência aos Ascension, é só para dar o exemplo. O que aqui destaco no pódio, que também serve como um co-primeiro classificado e é algo que já aclamei muitas vezes ao longo desta quasi-reportagem. Nós. Uma plateia do caraças.

Casa bem cheia a mostrar que ainda há interesse e procura. Faltava saber se também havia entusiasmo. Se havia. Não se contava tempo de silêncio ali, os cânticos estavam bem presentes, os aplausos. Todos foram recebidos com ruído e nem nos deixaram aquecer, ao trazer-nos Shinsuke Nakamura logo a abrir e, lá está, até os Ascension foram uns tremendos babyfaces. O seu combate com os Colóns foi divertido, mas seria um silenciador e pausa para o pipi em qualquer episódio televisivo. Ali não. Ali a malta vibrava como se fosse um main event. Nenhum momento morto e tenho a certeza que não fui o único a sair de lá com dores na garganta e nas mãos. Que ambiente!

Também gosto de pensar que os Superstars saíram de lá muito satisfeitos connosco e que não dessem as preces todas à plateia só porque tem que o ser sempre. E que os tenhamos convencido: vale a pena cá vir e tornaremos a recebê-los de braços abertos numa próxima ocasião. Acho que posso dizê-lo: conseguimos!

2 – “Time to play the game” e nem sabíamos!

Sabíamos mas não sabíamos. Claro que sabíamos bem que Triple H marcava cá presença mas não sabíamos o que o íamos ver a fazer. O que mais se esperaria era que ele levasse o seu fatinho, nos desse uma palavrinha de graxa, para abrir o programa ou trocar umas palavras com alguém, qualquer coisa. Não se acreditava totalmente que ele fosse lutar. Aliás, quem dizia que ele lutaria em Lisboa, era classificado como um mero crente. Mas era a esperança no fundo da alma de todo o “mark” ali presente. Nem que tivesse vergonha de dizê-lo alto, no fundo acreditava que ainda ia ver o Hunter de cueca ao vivo.

E não é que aconteceu mesmo! Lembram-se da recepção ao Rusev e eu dizer que eles tinham que saber bem como escolher o seu adversário para não sair ofuscado? Pronto, assim sem avisos ou cerimónias, simplesmente anunciado como o adversário e num combate a meio do espectáculo: toca ali aquele primeiro acorde dos Motorhead e não ficou nenhum traseiro sentado. Já o povinho todo arrepiado só com a entrada. Cantava-se o nome dele, fazia-se vénias, cantava-se-lhe “You still got it!” durante o combate, porque sim. Ele ainda não está reformado e ainda faz tudo, só se cansa um pouquinho mais depressa, não façamos dele um idoso acabado.

Grande combate, com grandes momentos, outros divertidíssimos, Rusev a conseguir o heat que parecia impossível dada a sua recepção inicial, Triple H a vencer para satisfação geral e celebrar com um público ainda rendido a si e ainda ali às voltas para acreditar no que via. Aconteceu o que muitos naquela arena pensavam que nunca chegariam a ver: Triple H a lutar ao vivo. Afinal às vezes vale a pena ser crente!

1 – Quem é que manda nisto, mesmo?

Como já disse, todos eram estrelas enormes no Campo Pequeno. Estávamos rendidos a todos. Mas tem sempre que haver aquele gajo. O principal, o Face de topo, o que vai rebentar com a arena, o que fecha como a principal estrela no centro do ringue a agradecer-nos enquanto lhe agradecemos a ele. Já o foram John Cena, Batista, entre outros. Desta vez tinha que ser algo mais fresco e era muito óbvio quem era esse tipo. O que tinha pops enormes… Só de aparecer brevemente no ecrã. Aquele que possivelmente tinha mais representantes na arena, na forma de t-shirts – nunca vejo uma alma com uma t-shirt referente a wrestling no dia-a-dia, é vê-los todos aglomerados no sítio, onde até do Marty Scurll e do Kenny Omega via.

AJ Styles ia ser “o gajo”. Compreensível, bem atribuído. E que fantástica visão a de AJ Styles a passear pelo ringue com a bandeira Portuguesa, como era de esperar. Tudo rendidinho a ele, após o grande combate que acabava de ter com Jinder Mahal, sem ganhar o título, caso o Jinder não tivesse sido claro anteriormente. Sim, após todo o show e o quanto este povo, comigo incluído, já tinha berrado, seria de esperar que estivessemos exaustos. Mas não, havia muito guardado para ele.

AJ Styles comportou-se como o Face de topo que já sabemos que é. É mesmo gajo para ser cara de qualquer companhia por onde passe, incluindo esta. Já lhe pode cair um peso dela nos ombros que ele aguenta. A bandeira fica-te bem, AJ. Volta que a gente torna a dar-ta. Volta e traz os teus amigos todos outra vez, que a malta aguenta muita dose disto!

É uma boa frase para fechar este especialíssimo Top Ten. Realmente aguentamos muita dose disto e já aguardamos a próxima visita. Acho que já provámos que vale a pena cá passar! E tudo foi óptimo, e podia ter muitos números um para esta edição, fosse a entrada da Naomi com a sua posterior voltada directamente para mim, que tinha uma posição cimeira mas bastante central; o sell do Dolph Ziggler ao Glorious DDT; miúdos, e alguns graúdos, a comentar as minhas parecenças com o Seth Rollins – não estou a brincar; a presença do Jinder Mahal; quase ficar com os membros dormentes quando reconheci a Becky Lynch no autocarro; tudo. Foi uma noite excelente.

Que vos traz a novidade chocante: sou um mero mark, com o entusiasmo de um puto na Disneyland, ou caramba, um puto num evento da WWE, porque era o caso. Um gajo é sempre gozão com o produto mas adora isto e depois vibra como vibrou, choquem lá com essa informação sobre mim. Como se não fossem também iguais. Infeliz será aquele que já não consegue isso.

Por aqui fica o Top Ten especial desta semana, justificavelmente diferente. Para a semana trago mais qualquer coisa, infelizmente não é mais disto, por muito que se aguentasse um destes semanais. Jeitoso para as carteiras também. E também não se devem banalizar coisas destas, fiquemos pela vontade. Espero que tenham gostado desta parva reportagem, neste habitual formato, de um gajo que ficou com 13 anos outra vez por um dia. Até à próxima por aqui e até à próxima mais longínqua, caso a gente se torne a encontrar noutra ocasião destas!

4 Comentários

  1. bom artigo como smp os teus top ten!

    posso te dizer, que não fostes o único a dar um “markzito” ao jinder, porque eu foi completamente igual, desde da introdução dos Singh Brothers há la Paul Heyman , ate ao começo do som do AJ , e ainda só para ser do contra, fez uns castigos de apoio ao jinder durante o combate! xD

    abraço

  2. Rui Ribeiro - há 1 semana

    “para quem não lá esteve… Meter um bocadinho de nojo”. Missão cumprida xD

  3. Hugo Barros - há 1 semana

    “A viagem de autocarro que, a certa altura, teve uma banda sonora temática e deixou-nos a ouvir vários temas míticos da WWE”

    Eu também fui num desses autocarros onde tocaram isso mas a maioria das músicas era quase tudo pelo menos para mim desconhecidas ou de lutadoras femininas de 2007 que quase ninguém se lembra xD. Foi divertido tho, que haja mais pró ano.

  4. rko - há 1 semana

    numero 1 devia ser hhh

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